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Atualize a loiça por pouco: estes pratos da Gifi trazem ambiente de férias à sua mesa.

Mesa ao ar livre com salada, torta, limões, azeite e mãos a arrumar pratos azuis.

Muitas casas continuam fiéis ao conjunto clássico de pratos lisos e brancos: útil, fácil de combinar e simples de manter, mas raramente memorável à mesa. Uma novidade da marca francesa Gifi prova que dar outra vida ao serviço de jantar não tem de ser caro - e que, às vezes, basta um único prato para transportar um almoço para um cenário de costa e verão.

Porque é que escolhemos sempre pratos brancos? A forma como a loiça muda a percepção do prato

No dia a dia, tendemos a usar o que já existe no armário: pratos redondos, brancos, discretos. As linhas económicas do hipermercado ou da loja de mobiliário ganharam terreno por serem resistentes e por “ficarem bem com tudo”. O problema é que não dizem nada: a mesa torna-se indiferenciada e até uma refeição bem feita pode parecer menos especial do que realmente é.

Na restauração, nada é deixado ao acaso. Chefs trabalham propositadamente cores, materiais e volumes para valorizar a comida: fundos escuros fazem ingredientes claros sobressaírem, um rebordo colorido enquadra a composição e pequenas texturas dão profundidade. Em casa, a lógica é a mesma - só que raramente é aproveitada.

Um prato principal com cor pode transformar a impressão de um menu inteiro, mesmo que os ingredientes sejam exatamente os mesmos.

Quem recebe convidados com frequência - ou simplesmente gosta de comer “com olhos” - percebe depressa que o efeito “uau” não nasce apenas da receita. Uma mesa pensada, com loiça coerente, convida a ficar mais tempo, repetir e saborear o momento com calma.

Coleção Bayadère da Gifi: energia de verão em vez de cinzento de louça

É precisamente neste ponto que entra a coleção Bayadère da Gifi. A proposta é clara: dar uma nota mais luminosa e estival à casa, sem rebentar com o orçamento. O fio condutor da linha passa por riscas gráficas, cores intensas mas equilibradas e formas simples, fáceis de usar todos os dias.

Para além dos pratos, a Bayadère estende-se a vários elementos que ajudam a construir um conjunto à volta da mesa:

  • Toalhas de mesa e caminhos de mesa com padrão às riscas
  • Conjuntos de individuais para o ritmo do quotidiano
  • Jarras e pequenos jarros para água, limonada ou vinho
  • Copos de ovo (coquetiers) e taças pequenas para o pequeno-almoço
  • Decoração têxtil, como capas de almofada, a repetir a paleta de cores

Isto permite criar um “todo” de forma gradual: começa-se pelos pratos e acrescenta-se o resto quando fizer sentido, sem trocar tudo de uma só vez.

Um visual com sabor a férias, diretamente da prateleira

O desenho da coleção evoca casas de férias no sul: riscas que lembram espreguiçadeiras, azuis e tons naturais com ar marítimo e peças sem complicações, com presença. O resultado é um ambiente que parece mais caro do que o valor indicado.

A Gifi tem vindo a apostar, há anos, em decoração que acompanha tendências de forma rápida e acessível. A Bayadère segue o mesmo princípio: design atual, sem sustos no talão.

O destaque da Bayadère da Gifi: prato de grés azul com ambiente mediterrânico

A estrela da linha é um prato raso de grés azul. Com 26,7 cm de diâmetro, encaixa na medida típica para prato principal, mas a cor dá-lhe um ar mais sofisticado do que a loiça neutra do costume.

O azul puxa para o tom de água do mar e de piscinas - não é um azul néon, mas sim uma tonalidade contida, viva o suficiente para chamar a atenção. Combina com facilidade com branco, madeira e materiais naturais, o que o torna muito versátil.

O prato não compete com a comida: realça-a. É precisamente por isso que parece mais “premium”.

O formato mantém-se intencionalmente limpo: rebordo suavemente arredondado, profundidade confortável, sem padrões exagerados. Funciona bem com massa, peixe, legumes assados ou mesmo um prato clássico de carne panada. A comida não “foge” para a borda e, ao mesmo tempo, há espaço para cortar com comodidade.

Grés vs. porcelana: o que muda, na prática?

A porcelana é familiar para quase toda a gente; já o grés, para alguns, soa a palavra da moda. Na realidade, trata-se de um material cerâmico com um aspeto mais artesanal, geralmente um pouco mais espesso e com pequenas variações de tonalidade ou micro-irregularidades que o tornam visualmente mais rico.

As vantagens no uso diário são claras: mantém uma estética “feita à mão”, muito procurada na mesa atual, e ainda assim responde bem às rotinas de casa:

  • Pode ir à máquina de lavar loiça (sem obrigar a lavar sempre à mão)
  • Pode ir ao micro-ondas, desde que não tenha elementos metálicos
  • Tende a ser menos sensível a pequenos impactos do que porcelana muito fina

Nesta versão da Gifi, o prato é adequado tanto para máquina como para micro-ondas - o que o torna prático para jantares de fim de semana, mas também para almoços rápidos em teletrabalho ou para aquecer sobras.

Prato de sobremesa a condizer: mais pequeno, o mesmo estilo

Para acompanhar o prato principal, existe um prato de sobremesa no mesmo registo. Mede 20,5 cm de diâmetro e repete a cor e a sobriedade do desenho, criando uma mesa visualmente harmoniosa.

E não serve apenas para doces. É excelente também para:

  • uma sandes no pequeno-almoço
  • uma porção de queijo com uvas ao fim do dia
  • uma fatia de quiche ou uma tarte pequena ao almoço
  • antipasti, azeitonas ou molhos quando há visitas

Com preços de 1,99 € (prato grande) e 1,49 € (prato pequeno), um conjunto completo fica muito abaixo do custo de muitas séries “de design”. Para servir seis pessoas com 12 pratos (seis grandes e seis pequenos), o total fica abaixo de 21 € - um valor surpreendentemente baixo para o ambiente de férias que se ganha.

Como valorizar os pratos da Gifi em casa (sem complicações)

Para acentuar a atmosfera mediterrânica, vale a pena conjugar os pratos com elementos simples, muitas vezes já existentes em casa, e apostar em texturas naturais e apontamentos quentes.

Elemento Efeito à mesa
Toalha de mesa de linho em bege ou branco Suaviza a intensidade do azul e lembra areia de praia
Tábua de madeira como travessa de servir Traz calor e remete para mesas de tapas
Copos com lapidação simples Refletem o azul e acrescentam leveza
Ramos de oliveira ou alecrim num copo Dão aroma e uma ligação visual ao sul
Guardanapos de pano em vez de papel Fazem a mesa parecer imediatamente mais cuidada

A comida também “conversa” com a loiça: saladas com tomate, pepino e queijo branco destacam-se no fundo azul, tal como peixe com rodelas de limão ou legumes coloridos salteados. Pratos de tons claros, em particular, ganham contraste.

Um detalhe extra que costuma resultar bem é manter a paleta contida: 2 a 3 cores no total (azul, branco e madeira, por exemplo). Assim, a mesa fica expressiva sem parecer demasiado carregada.

Para quem compensa trocar para pratos coloridos?

Nem toda a gente quer substituir todo o armário - e não é preciso. Ainda assim, uma troca estratégica pode fazer diferença. Há três perfis que tiram especial partido de um conjunto como o modelo da Gifi:

  • Casas jovens a começar, que querem uma mesa acolhedora com pouco investimento
  • Famílias que procuram variar a rotina - e em que as crianças reagem bem a pratos “com ar de férias”
  • Cozinheiros amadores que gostam de fotografar ou apresentar bem os pratos e precisam de uma base consistente

Se houver dúvidas, a solução mais segura é comprar apenas dois pratos para testar. Se funcionarem no quotidiano, aumenta-se a quantidade aos poucos, mantendo o orçamento sob controlo e deixando a série branca antiga em segundo plano.

Durabilidade no dia a dia: pontos a ter em conta e pequenos cuidados

Antes de se apaixonar pelo visual, convém fazer um curto “teste de realidade”. O grés, dependendo do vidrado, pode mostrar com mais facilidade marcas finas de talheres metálicos. Normalmente, esses riscos acinzentados reduzem-se com produtos próprios de limpeza ou com soluções simples como bicarbonato de sódio, embora seja difícil eliminar totalmente o desgaste ao longo do tempo.

Outra questão é o espaço: pratos ligeiramente mais espessos ocupam mais volume em pilhas. Vale a pena confirmar se o armário comporta mais seis a oito unidades sem apertos. Muitas vezes, funciona bem colocar os pratos novos mais à frente (uso frequente) e mover peças raramente usadas para prateleiras superiores ou para o fundo.

Apesar disso, há um ponto muito a favor: o preço reduz a “ansiedade”. Se um prato se partir, substitui-se com muito mais facilidade do que uma peça importada e cara.

Mais prazer à mesa com mudanças pequenas (e um extra que muita gente esquece)

Quando se come todos os dias no mesmo sítio, o olhar habitua-se e a mesa torna-se invisível. É por isso que mudar a loiça tem um impacto tão imediato: é um pequeno reinício na rotina. O prato de sempre parece diferente, as conversas prolongam-se e o telemóvel tende a ficar menos tempo entre o garfo e a faca.

Outro aspeto que ajuda a consolidar esta sensação - e que raramente é pensado - é a iluminação. Uma luz mais quente (por exemplo, lâmpadas na gama dos 2700–3000 K) valoriza a cerâmica e torna o azul mais aconchegante, especialmente ao jantar.

O grés colorido, como o modelo azul da Gifi, tira partido de tudo isto: é prático, vai à máquina, aguenta o ritmo e mantém um preço acessível - mas afasta-se bastante do visual impessoal de cantina. Para muita gente, isso chega para dar descanso, pelo menos por uns tempos, aos velhos pratos brancos.

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