Como é do conhecimento geral, The Grand Tour continua à procura de um novo piloto para ocupar o lugar vago - e as audições já arrancaram.
Audições de The Grand Tour: Mark Webber entra em pista com o Porsche 911 GT2 RS
O primeiro nome a ser posto à prova foi Mark Webber. O antigo piloto de Fórmula 1 e atual embaixador da Porsche sentou-se ao volante do Porsche 911 GT2 RS e registou um tempo simplesmente demolidor. Ainda assim, há um “mas” nesta história… e a forma mais certeira de perceberes o que aconteceu é mesmo veres o vídeo no final do artigo.
O que fica claro é que, com Webber a conduzir, a vantagem do Porsche sobre o Mercedes-AMG não deixa grande margem para dúvidas. Pelo menos naquele contexto e com aquele piloto.
O segundo candidato: proposta polémica de Richard Hammond
Depois do primeiro ensaio, surgiu uma escolha bem mais controversa. Richard Hammond avançou com uma ideia: colocar um stunt driver de cinema como substituto do “Americano”. Sim, já estás a antecipar o desfecho - e, exatamente por isso, a proposta levantou sobrancelhas.
Aqui entra a discussão inevitável.
Questão: vale tudo pelo entretenimento? (hot hatch, tração dianteira e consequências)
Pergunta. Será aceitável destruir um dos hot hatch de tração dianteira mais impressionantes de sempre em nome do espetáculo? Na Razão Automóvel, as opiniões não são unânimes. Partilha a tua perspetiva na caixa de comentários.
Há ainda outro ponto a considerar: numa produção como The Grand Tour, a linha entre demonstração técnica e exagero cénico é, por natureza, ténue. Quando se chama um stunt driver, o objetivo raramente é a delicadeza mecânica - é a cena, o impacto e a história que se conta com o carro.
Por outro lado, também é verdade que estas audições acabam por dar ao público algo raro: comparações e momentos de condução que, fora deste tipo de formato, dificilmente existiriam - sobretudo quando entram em jogo máquinas como o Porsche 911 GT2 RS e rivais do universo Mercedes-AMG.
O “problema de confiança” de Mark Webber com a marca da estrela
E há um pormenor saboroso no meio disto tudo: além de representar a Porsche, Mark Webber carrega um histórico que ajuda a explicar porque é que não morre de amores por modelos da marca da estrela - e, sim, isso pesa (nem que seja psicologicamente) quando se está a avaliar carros e desempenhos.
Este vídeo explica melhor o porquê:
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