A Coros prepara-se para lançar a quarta geração da sua relógio mais leve e mais acessível. A Pace 4 vem tomar o lugar da Pace 3 e, pelo que tudo indica, a grande mudança estará no ecrã. O AMOLED deverá finalmente marcar presença.
Há cerca de um ano, a marca apresentou a Pace Pro, o seu primeiro modelo com painel AMOLED. Esse relógio permitiu à concorrente da Garmin mostrar uma autonomia impressionante, superior à da Pace 3, apesar de esta recorrer a um ecrã ultraeconómico. Agora, em novembro de 2025, a Coros quer renovar a Pace 3 com uma Pace 4 ainda mais capaz. A questão é simples: como melhorar o modelo sem repetir exactamente a fórmula da Pace Pro? A resposta deverá passar sobretudo pelo preço e pelo peso.
Foi, aliás, dessa forma que a Coros apresentou a nova Pace 4, o seu próximo relógio desportivo. O lançamento está previsto para 10 de novembro e a marca descreve-o como «ultraleve e ultrabrilhante». Tudo aponta, por isso, para um ecrã AMOLED, tal como na Pace Pro, em vez de um painel transflectivo, que não oferece o mesmo brilho, contraste nem a mesma gama de cores. Em 2025, a Garmin está a levar o AMOLED para toda a sua gama e a Coros terá de acompanhar essa evolução.
A vantagem da Coros continua a ser clara: relógios leves e uma relação preço/desempenho muito competitiva. A Pace 3 manteve-se como uma escolha preferencial para quem dá prioridade ao baixo peso e ao preço, em vez de optar por mais robustez e por um ecrã AMOLED. Foi assim que conseguiu resistir à chegada da Pace Pro e, na redação da Presse-citron, chegou mesmo a ser a nossa escolha de eleição para os treinos de corrida.
Coros Pace 4: AMOLED, mas sem cartografia? O que esperar do futuro relógio desportivo
Com a Coros Pace 4, que argumentos restarão para a Pace Pro? Se ambos os modelos vierem equipados com ecrã AMOLED, é muito possível que a Coros reserve a cartografia para a Pace Pro e deixe a Pace 4 com a navegação por percurso simples, já disponível na Pace 3 e suficiente na maioria das situações. A Pace Pro deverá também manter vantagem na autonomia, graças à caixa de maiores dimensões.
Se a marca quiser preservar o carácter leve da gama, não será surpreendente voltar a oferecer uma bracelete em nylon. É precisamente esse material que ajuda a Coros a manter vantagem sobre a Garmin, que no modelo concorrente aposta apenas numa bracelete em silicone. Mesmo quando a caixa tem peso idêntico, o nylon torna a Pace 3 ainda mais leve. Além disso, esta bracelete é muito mais confortável e respirável. Também permite um ajuste mais rápido e mais preciso ao pulso. E ainda é fácil de limpar, embora a versão preta seja mais prática do que a branca.
Um AMOLED também pode trazer vantagens muito concretas no treino diário. A leitura das métricas torna-se mais imediata em treinos intervalados, em percursos com pouca luz ou mesmo à noite, o que interessa especialmente a corredores e triatletas. Se a Coros conseguir combinar esse ganho visual com a sua habitual interface rápida e simples, a Pace 4 poderá continuar a ser uma opção extremamente apelativa para quem quer um relógio desportivo sem volume excessivo no pulso.
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Por fim, também vai ser interessante perceber de que forma a Coros pretende evoluir o sensor cardíaco da Pace 4. Entre a Pace 3 e a Pace Pro, a marca distinguiu o modelo Pro com um sensor elétrico em vez de óptico, de modo a acrescentar medições da VFC, ou variabilidade da frequência cardíaca, ainda mais precisas. O melhor será esperar por 10 de novembro para conhecer todos os detalhes.
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