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EDGE Group e Fuzileiros Navais do Brasil avaliam viaturas ligeiras 4×4 na LAAD Defence & Security 2026

Veículo SUV 4x4 verde militar com design robusto exposto em salão moderno com chão de mármore.

Durante a LAAD Defence & Security 2026, em São Paulo, a EDGE Group e o Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil assinaram, na terça-feira, dia 14, um Protocolo de Intenções dedicado à avaliação prospectiva de viaturas ligeiras 4×4 especializadas. A nossa equipa acompanhou a cerimónia.

O protocolo, articulado através do Comando do Material do Corpo de Fuzileiros Navais, concentra-se na análise conjunta de soluções de mobilidade táctica, incluindo a integração de sistemas, a nacionalização e a participação da Base Industrial de Defesa do Brasil.

A iniciativa contempla o estudo de várias configurações operacionais, com especial relevo para viaturas orientadas para o emprego de munições vagantes, para funções de Comando e Controlo e para Evacuação de Feridos (CASEVAC), alargando o leque de actuação dos Fuzileiros Navais em cenários contemporâneos.

As plataformas a avaliar terão por base a viatura Veículo de Esquadra de Infantaria (ISV), já integrada pelos Fuzileiros Navais no âmbito do Sistema de Mísseis Anticarro (SMACE), o que reforça a padronização e a interoperabilidade dos meios.

O SMACE reúne capacidades modernas ao combinar mobilidade, sensores e poder de fogo, incluindo um drone de Vigilância e Reconhecimento e o míssil anticarro MAX 1.2, desenvolvido pela SIATT, empresa integrante da Base Industrial de Defesa nacional.

A aproximação ao EDGE Group aponta para a procura de soluções modulares e escaláveis, alinhadas com as necessidades operacionais actuais e com as tendências observadas em conflitos recentes, onde a mobilidade, a conectividade e a integração de sistemas são factores determinantes.

Este tipo de cooperação também pode trazer benefícios práticos em áreas como a manutenção, a formação de equipas e a gestão logística, sobretudo quando se pretende reduzir a complexidade de operação sem perder capacidade de resposta. Em paralelo, a possibilidade de incorporar mais componentes produzidos localmente pode ajudar a consolidar competências industriais e a acelerar a adaptação dos meios às exigências específicas dos Fuzileiros Navais.

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