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Xiaomi atingiu um novo recorde de produção em apenas 20 meses

Carro elétrico branco Xiaomi YU7 estacionado em showroom moderno com janelas amplas e vista de cidade.

A Xiaomi alcançou um feito inédito na sua história industrial: o seu veículo número 500 000 saiu há pouco tempo da linha de montagem. Isto significa que a marca chegou a meio milhão de automóveis em apenas 602 dias (aproximadamente 20 meses) desde o arranque das vendas do seu primeiro carro.

O automóvel que simbolizou este marco foi o YU7, o SUV elétrico que a Xiaomi lançou este ano na China. Com uma potência máxima de 508 kW (691 cv), o YU7 tem vindo a gerar uma procura fora do comum. Quando foi apresentado, em junho, somou 300 mil encomendas em apenas alguns minutos.

Como consequência direta desta popularidade, os prazos de entrega dispararam: chegaram a atingir 62 semanas. Ainda assim, a pressão está agora a aliviar, com tempos de espera que já se situam entre 32 e 38 semanas.

A confirmação oficial do marco foi divulgada na conta da Xiaomi no Weibo, sublinhando a rapidez com que a empresa atingiu este resultado - em menos de 20 meses.

Quanto às metas de produção, Lu Weibing, presidente do Grupo, indicou que a Xiaomi conta alcançar em breve o objetivo anual de 350 mil veículos. Por sua vez, Lei Jun, diretor-executivo, adiantou que a produção deverá ultrapassar os 400 mil automóveis em 2025.

Xiaomi, YU7 e a expansão internacional: próximos passos

Por enquanto, os veículos da Xiaomi são vendidos apenas na China. No entanto, a empresa já deixou clara a ambição de crescer além-fronteiras, apontando uma expansão global com ênfase na Europa a partir de 2027.

Entretanto, a combinação entre volumes elevados e tempos de espera ainda consideráveis coloca um desafio inevitável: aumentar a capacidade de produção sem comprometer consistência de fabrico e ritmo de entregas. Se conseguir equilibrar estes fatores, a Xiaomi poderá consolidar o YU7 como um dos casos de maior tração no segmento de SUV elétrico no seu mercado de origem, enquanto prepara a entrada em novos países.

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