Saltar para o conteúdo

Tudo o que mudou nos renovados Kia Ceed e Kia Proceed

Dois carros Kia New Ceed, um vermelho à frente e um cinza ao fundo, expostos numa sala moderna e iluminada.

A Kia voltou a mexer na família Ceed três anos depois da chegada da terceira geração, atualizando as três variantes de carroçaria do seu compacto: a Ceed SW (carrinha), a berlina de cinco portas e a ProCeed, a versão de linhas mais desportivas e perfil mais alongado.

A gama Kia Ceed renovada deverá chegar ao mercado nacional no outono e traz uma lista extensa de alterações, tanto na vertente estética como no capítulo tecnológico.

Design exterior: novas assinaturas luminosas no Kia Ceed

As primeiras diferenças notam-se logo na frente. O novo Ceed passa a contar com faróis totalmente em LED, agora com luzes diurnas redesenhadas em formato de “ponta de flecha”. O para-choques também é novo, com entradas de ar maiores e mais marcadas, além de detalhes em preto brilhante e preto com acabamento mais claro. A completar o conjunto surge o novo logótipo da Kia, estreado no início deste ano.

Nas versões híbridas recarregáveis, a grelha dianteira com assinatura “nariz de tigre” aparece fechada e rematada com acabamento em preto. Já as versões GT mantêm a imagem mais agressiva, com apontamentos a vermelho nos para-choques e nas saias laterais.

Visto de perfil, sobressaem as jantes de desenho inédito, acompanhadas por quatro novas cores disponíveis para a carroçaria.

Traseira com mais personalidade nas versões GT e GT Line

É, porém, na traseira que a atualização ganha maior impacto, sobretudo nas variantes GT e GT Line do Ceed de cinco portas. Estas versões passam a integrar farolins em LED e, nos indicadores de mudança de direção, contam com função sequencial, criando uma assinatura visual mais distinta e fácil de reconhecer.

Interior mais digital, sem abdicar de comandos físicos

No habitáculo, a mudança mais imediata é o novo painel de instrumentos digital de 12,3 polegadas, que trabalha em conjunto com um ecrã central multimédia tátil de 10,25 polegadas. A compatibilidade com Android Auto e Apple CarPlay passa a poder ser usada sem fios, reforçando o foco na conectividade.

Apesar deste salto na digitalização, a climatização continua a ser controlada exclusivamente por botões e comandos físicos, mantendo uma operação simples e direta durante a condução.

Um ponto relevante para quem utiliza o automóvel diariamente é que esta evolução tecnológica tende a melhorar a experiência em trajetos urbanos e em viagens longas, ao permitir gerir navegação, música e chamadas com menos cabos e com o ecrã principal sempre ao alcance do condutor.

Ajudas à condução: mais segurança e mais assistência

A gama Ceed recebe também reforços ao nível da segurança e dos sistemas de apoio ao condutor. Entre as novidades destacam-se:

  • Novo sistema de alerta de ângulo morto
  • Assistente de manutenção na faixa de rodagem
  • Câmara de visão traseira
  • Detetor de movimento traseiro com travagem automática

Estas tecnologias procuram reduzir o esforço em autoestrada e aumentar a proteção em manobras de estacionamento e saídas em marcha-atrás, onde a visibilidade é muitas vezes mais limitada.

Motores: mild-hybrid em várias opções e híbrido recarregável com 57 km elétricos

Na mecânica, o Kia Ceed mantém grande parte das motorizações já conhecidas, mas passa a associá-las a um sistema híbrido ligeiro (mild-hybrid) como complemento.

A oferta inclui:

  • 1.0 T-GDI a gasolina com 120 cv
  • 1.6 T-GDI a gasolina com 204 cv na versão GT
  • 1.6 CRDi a gasóleo com 136 cv
  • Híbrido recarregável com motor 1.6 GDI e potência combinada de 141 cv

No caso do híbrido recarregável, a bateria tem 8,9 kWh, permitindo uma autonomia anunciada de 57 km em modo 100% elétrico.

A grande estreia é a adoção do novo 1.5 T-GDI a gasolina com 160 cv, um motor que foi introduzido também no Hyundai i30 aquando da sua mais recente atualização.

Para quem pondera a versão híbrida recarregável, vale a pena considerar que a autonomia elétrica indicada é especialmente útil em deslocações de rotina (casa–trabalho e pequenas voltas na cidade), desde que exista a possibilidade de carregar com regularidade, tirando partido do modo elétrico no maior número de quilómetros possível.

Comentários

Ainda não há comentários. Seja o primeiro!

Deixar um comentário