Em paralelo com a renovação dos seus modelos mais relevantes e com a apresentação de um novo concept - o Dacia Hipster - a marca romena aproveitou também para mostrar a atualização mais recente do seu elétrico acessível, o Spring.
E acessível é mesmo a palavra certa para este compacto elétrico, agora equipado com uma nova bateria LFP de 24,3 kWh. Segundo a marca, esta solução garante maior durabilidade, melhor segurança térmica e custos de utilização mais baixos.
As principais novidades não passam pela autonomia, que se mantém no mesmo nível, mas sim pela existência de duas motorizações distintas, com 70 e 100 cv. De acordo com a Dacia, o acréscimo de potência e binário ajuda também a recuperar mais energia.
No plano dinâmico, o “novo” Dacia Spring recebe um sistema de travagem revisto e uma nova barra estabilizadora. As molas e os amortecedores, com uma nova afinação, também contribuem para um conforto e uma dinâmica mais equilibrados.
À primeira vista, o visual parece praticamente igual, mas o Dacia Spring atualizado passa a contar com defletores dianteiros, laterais e traseiros, além de um pequeno spoiler na tampa da bagageira. O objetivo é melhorar a aerodinâmica e, com isso, baixar o coeficiente de arrasto de 0,743 para 0,665. Menos resistência ao ar, mais autonomia.
A assistência elétrica da direção também foi ajustada para oferecer mais precisão ao condutor. Como explica a Dacia, todas estas alterações no Spring foram pensadas para tornar a condução mais agradável, sem comprometer o conforto.
Apesar das melhorias técnicas, a marca garante que o Spring continuará a ser o elétrico mais acessível do mercado europeu, assegurando que os preços “permanecem largamente inalterados”.
Um passo em frente na mobilidade acessível
Com esta atualização, a Dacia quer que o pequeno Spring deixe de ser encarado apenas como um citadino “low-cost” e passe a ser visto como uma proposta mais séria no universo dos elétricos compactos.
A adoção de uma bateria LFP é um dos maiores destaques, não por aumentar de forma significativa a autonomia, que quase não mudou, mas por oferecer maior resistência a ciclos de carga intensos.
Um dos elétricos mais compactos do mercado sobe de nível em termos técnicos, sem abdicar daquilo que sempre foi uma das maiores apostas da Dacia: dar o máximo possível pelo mínimo indispensável.
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