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EUA anunciam passaporte especial de edição limitada para os 250 anos da independência americana com imagem de Donald Trump

Mesa de madeira com livro aberto sobre Donald Trump, passaporte, telemóvel e bandeira dos EUA desfocados.

Anúncio do passaporte especial para os 250 anos

O Departamento de Estado dos Estados Unidos comunicou que vai disponibilizar um passaporte especial, em edição limitada, para assinalar os 250 anos da independência americana.

Design e elementos gráficos do passaporte especial com Donald Trump

A principal alteração surge no interior: na capa interna, aparece a imagem do ex-presidente Donald Trump, enquadrada pelo texto da Declaração de Independência, pela bandeira norte-americana e pela assinatura dourada de Trump. Noutra página, inclui-se ainda uma ilustração dos Pais Fundadores no momento da assinatura da declaração.

Também o exterior foi redesenhado. O nome “Estados Unidos da América” surge com maior destaque e, em segundo plano, é apresentada a bandeira de 1777 com 13 estrelas, com o número “250” ao centro. Apesar de ser um documento válido e incluir dados biométricos, o aspecto pouco habitual poderá levantar dúvidas quanto à sua autenticidade.

Disponibilidade em Washington, D.C. e regras de emissão

Este passaporte só poderá ser obtido presencialmente na Agência de Passaportes de Washington, D.C., enquanto houver stocks. Quem fizer a renovação presencialmente nesse local receberá automaticamente esta versão, sem possibilidade de escolha.

Para quem quiser evitar a edição limitada, a alternativa é renovar online ou tratar do processo noutras agências fora de Washington, D.C.

Reacções, críticas e controvérsia sobre patriotismo

É a primeira vez que um presidente dos Estados Unidos surge num passaporte oficial. A iniciativa motivou críticas e debate, com reacções que recordaram outras acções comemorativas de presidentes anteriores, como o cartão do metro do Obama.

A noção de patriotismo associada a este lançamento tem sido contestada, já que várias pessoas defendem que ligar a expressão patriótica a uma única figura política - sobretudo alguém que ocupou o cargo de forma temporária - contraria a visão de muitos sobre o que representa o sentimento nacional.

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