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Prejuízos da TAP Air Portugal descem para 39,9 milhões no 1.º trimestre, com impulso da América do Sul e América do Norte

Homem de fato a usar tablet com gráfico, com avião TAP ao fundo num aeroporto.

Os prejuízos da TAP Air Portugal diminuíram para 39,9 milhões de euros no 1.º trimestre do ano, uma evolução que a transportadora associa ao peso de mercados como a América do Sul e a América do Norte.

Resultados trimestrais da TAP Air Portugal

Em comunicado, a companhia aérea nacional sublinha que, no período, registou uma recuperação em termos de resultados, em comparação com o período homólogo.

A TAP recorda que, no 1.º trimestre de 2025, tinha apurado um prejuízo de 108,2 milhões de euros.

Receitas operacionais e contributos

Segundo a mesma nota, as receitas operacionais aumentaram 11%, atingindo 914,4 milhões de euros face ao período homólogo. Este desempenho foi suportado sobretudo pela subida das receitas de passagens e pela melhoria das receitas unitárias, num enquadramento de crescimento da capacidade (+3,9%).

A empresa acrescenta ainda que a área de manutenção para terceiros teve também um contributo relevante, com as receitas a avançarem 31,8%.

No mesmo período, o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) chegou aos 895,5 milhões de euros. Já o resultado operacional líquido (EBIT), que incorpora depreciações e amortizações, fixou-se em -36,1 milhões, traduzindo uma melhoria de 92,6 milhões e 83,1 milhões de euros, respetivamente, face ao primeiro trimestre de 2025.

Passageiros, voos e taxa de ocupação

Durante o 1.º trimestre do ano, a TAP transportou 3,7 milhões de passageiros (+6,4%) e realizou 27,3 mil voos (+1,5%).

A transportadora indica que o tráfego cresceu acima da capacidade, o que permitiu reforçar o "factor de ocupação" para 83,5% (+4,8 pontos percentuais), com destaque para os mercados da América do Sul e da América do Norte.

Liquidez e endividamento

No comunicado hoje divulgado, a companhia aérea refere que manteve "uma posição de liquidez sólida" de 879,8 milhões de euros, a 31 de março de 2026, assinalando também que o rácio dívida financeira líquida / EBITDA melhorou.

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