O treinador do Sporting, Rui Borges, fez a leitura da derrota diante do Torreense, na final da Taça de Portugal (1-2), admitindo que a partida acabou por correr mal aos "leões".
Rui Borges assume noite má para os "leões"
"Aconteceu que não conseguimos finalizar. Não fomos capazes e eles em dois lances são felizes, naquilo que sabíamos que eram bons, nas bolas paradas, lances estudados. É uma equipa muito competitiva defensivamente e nós nunca conseguimos ter consistência", começou por analisar.
O peso das bolas paradas e a falta de consistência do Sporting
Na avaliação do técnico, o Sporting não encontrou a estabilidade necessária ao longo do encontro, esbarrando na organização defensiva do Torreense e pagando caro dois momentos em que o adversário foi eficaz, precisamente em situações que já estavam identificadas como fortes: as bolas paradas e os lances estudados.
Intensidade, cansaço mental e justiça do resultado
Confrontado com a alegada falta de intensidade exibida pela equipa, Rui Borges explicou: "O próprio desenrolar do jogo levou-nos a trazer esse cansaço mental. Andamos sempre a reagir, nunca fomos proativos. Andamos a reagir a tudo e, quando assim é, acaba por às vezes não correr bem. Foi o caso. O adversário é um justo vencedor", afirmou.
Desconfiança e foco na próxima época
O treinador do Sporting foi ainda questionado sobre a possibilidade de aumentar a desconfiança em torno do seu trabalho. "Não olho para isso. A desconfiança existe desde o início. É natural. Para mim, enquanto treinador, é olhar para a próxima época e ver como posso crescer para tornar o Sporting ainda mais forte", disse.
Mercado: promessa de esclarecimentos
Sobre o mercado, Rui Borges limitou-se a garantir que "com tempo vão perceber o que tem para a próxima época".
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