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US Navy confirma incêndio a bordo do porta-aviões nuclear USS Gerald R. Ford no Mar Vermelho

Três bombeiros combatem incêndio a bordo de um navio militar no convés com um avião ao fundo.

A Marinha dos Estados Unidos (US Navy) confirmou que o porta-aviões nuclear USS Gerald R. Ford (CVN-78) registou um incêndio a bordo enquanto operava no Mar Vermelho, integrado no Grupo de Ataque destacado para a região. A ocorrência foi comunicada pelo Comando das Forças Navais dos EUA no Centro (U.S. Naval Forces Central Command/U.S. 5th Fleet) e teve origem num dos compartimentos da lavandaria do navio, líder da classe Ford.

Incêndio na lavandaria do USS Gerald R. Ford: situação controlada pela tripulação

De acordo com a nota divulgada pela Quinta Frota dos EUA, o fogo deflagrou hoje na área principal da lavandaria do porta-aviões. As autoridades navais sublinharam que o incidente não esteve associado a acções de combate e que a situação foi rapidamente dominada pela própria guarnição.

A Marinha dos Estados Unidos confirmou ainda que dois marinheiros ficaram feridos, embora as lesões tenham sido classificadas como não graves. Segundo o comunicado oficial, ambos estão a receber tratamento médico e encontram-se em condição estável.

Sem impacto na propulsão; porta-aviões mantém plena capacidade operacional

Apesar do incidente, foi indicado que não há registo de danos na central de propulsão do navio-almirante, pelo que o USS Gerald R. Ford permanece totalmente operacional e apto a cumprir as missões em curso na região.

Esta distinção é particularmente relevante, já que um problema no sistema de propulsão poderia limitar o ritmo de operações, a mobilidade do grupo e a capacidade de resposta do porta-aviões. Neste caso, porém, a avaliação oficial aponta para a manutenção do estado de prontidão.

USS Gerald R. Ford no Mar Vermelho em apoio da Operação Epic Fury

Actualmente, o USS Gerald R. Ford encontra-se destacado no Mar Vermelho em apoio da Operação Epic Fury, inserida nas operações militares dos Estados Unidos destinadas a reforçar a segurança marítima e a presença militar no Médio Oriente.

No contexto regional, a actividade de um Grupo de Ataque com um porta-aviões nuclear permite sustentar operações prolongadas e projectar capacidade aérea, ao mesmo tempo que contribui para a vigilância de rotas marítimas críticas e para a dissuasão de ameaças.

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