São muitas as marcas que já contam com uma divisão dedicada a veículos comerciais. Fiat, Ford, Volkswagen, Hyundai, Mercedes‑Benz, Peugeot, Citroën e Toyota são apenas alguns exemplos bem conhecidos.
Mas e se a BMW, a Lexus, a MINI, a Porsche, a Škoda, a Audi e a Alfa Romeo decidissem entrar, em força, no concorrido segmento dos veículos comerciais ligeiros? Não é preciso puxar pela imaginação: o designer Aksyonov Nikita fez esse exercício criativo e apresentou a sua visão. Para surpresa de muitos, há propostas que encaixam de forma convincente - e outras que, francamente, não funcionam tão bem.
Num mercado em que a funcionalidade e os custos de utilização costumam falar mais alto, este tipo de abordagem serve também para perceber como a identidade de cada marca poderia (ou não) ser adaptada a veículos pensados para trabalho. Afinal, num veículo comercial ligeiro, o design tem de conviver com requisitos como volume de carga, acessos práticos e durabilidade.
Além disso, a entrada de fabricantes tradicionalmente associados ao segmento premium poderia mexer com expectativas em áreas como conforto a bordo, tecnologia e qualidade de construção. Ainda assim, a grande questão manter-se-ia: até que ponto esses atributos justificariam o investimento num segmento onde a racionalidade tende a dominar a decisão de compra?
Fonte: Behance
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