Num momento em que as marcas chinesas ganham expressão no mercado nacional, o Grupo Auto-Industrial decidiu acelerar a sua presença nesse segmento. Depois da Forthing, a Solmotor - empresa do grupo - passa também a importar para Portugal a Changan, uma das maiores marcas automóveis chinesas.
Para acompanhar esta nova fase, foram criadas duas direções dedicadas: Sérgio Gonçalves assume a Direção Comercial e Pedro Galvão passa a Diretor de Pós-Venda e Logística, ambos sob a alçada de Alfredo Leite Santos, administrador do grupo.
“O nosso objetivo passa por desenvolver uma rede sólida, com cobertura nacional, que assegure proximidade e acompanhamento direto aos futuros clientes”, sublinhou Alfredo Leite Santos.
Changan com elétricos. Forthing nem por isso
A Changan chega a Portugal com o Deepal S07, um SUV 100% elétrico apresentado em maio no ECAR Show e cuja chegada ao mercado está prevista para setembro. Depois virá o Deepal S05, também um SUV, integrado num plano que prevê nove lançamentos na Europa nos próximos três anos, entre elétricos e híbridos.
A Forthing segue uma estratégia diferente, apostando numa gama mais ampla de carroçarias e motorizações. A oferta nacional inclui o Forthing Friday, um SUV disponível em versões térmica, híbrida ou elétrica; o Forthing U-Tour, um MPV de 7 lugares com motores a gasolina ou GPL; e o Forthing S7, uma berlina 100% elétrica que ocupa o lugar de topo da gama.
Duas marcas uma estratégia
As duas marcas já dispõem de pontos de venda e assistência próprios em Lisboa, Porto, Cacém, Leiria e Coimbra, uma rede que foi entretanto reforçada em Viseu, Viana do Castelo, Portimão e Aveiro. A cobertura deverá ainda estender-se à Madeira e aos Açores até ao final do ano.
A estratégia do Grupo Auto-Industrial passa, assim, por criar complementaridade entre a Changan e a Forthing: de um lado, SUV elétricos de nova geração; do outro, uma gama diversificada que inclui SUV multi-energias, MPV de sete lugares e uma berlina elétrica. O objetivo assumido é claro: responder a diferentes perfis de clientes num mercado onde as marcas chinesas querem ganhar terreno.
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