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Um desenho mais expressivo e polémico no Renault Clio de sexta geração

Renault Clio vermelho brilhante estacionado em interior com luzes LED ligadas refletindo no chão polido.

A sexta geração do Clio marca uma mudança de rumo clara na Renault, com um desenho muito mais expressivo e, em certos detalhes, até mais agressivo. Em vez de apostar numa evolução tímida, a marca francesa quis dar mais personalidade ao modelo, e isso nota-se logo à primeira vista.

Apesar de manter uma silhueta fluida e uma linha de tejadilho mais arqueada, os designers optaram por formas mais direitas e geométricas, com base hexagonal, para definir a dianteira e a traseira do novo Renault Clio.

Isso vê-se bem na frente, nos novos faróis, nas luzes diurnas e no novo «nariz» - bem marcado - que não existia no antecessor.

Quando combinado com o novo padrão em diamante, inspirado no logótipo da marca, que preenche as entradas de ar dianteiras, o resultado é uma frente carregada, com demasiados elementos a disputar protagonismo.

É demasiado? Para o artista digital Theophilus Chin, a resposta é um claro sim, e foi por isso que pôs mãos à obra. Decidiu «limpar a cara» ao novo Renault Clio e o resultado é o que pode ver abaixo:

Mantendo, no essencial, os mesmos elementos, separou de forma mais clara a grelha dianteira da entrada de ar inferior e também redesenhou a assinatura luminosa. Não fica tão distinta, mas afasta-se mais dos faróis principais.

No fim, temos um Renault Clio com uma frente mais «serena», em que os vários componentes surgem mais bem repartidos, sem se sobreporem uns aos outros. Ficou melhor ou mais consensual? Deixe a sua opinião nos comentários.


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