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Apanhámos o novo Audi A2 em testes, mas continuam as dúvidas

Automóvel elétrico Audi A2 EV cinzento prateado estacionado em espaço interior moderno com janela panorâmica urbana.

A Audi continua a ser uma das poucas marcas do Grupo Volkswagen sem um compacto elétrico na gama. Enquanto Volkswagen, Skoda e CUPRA já têm o ID.3, o Elroq e o Born, a oferta elétrica da marca dos quatro anéis começa apenas no Q4 e-tron.

Mas esse cenário está a aproximar-se do fim. A Audi está a desenvolver um novo modelo 100% elétrico e os nossos «espiões» já apanharam os primeiros protótipos em testes.

Se a base será totalmente nova, o mesmo não se pode dizer do nome. É já bastante conhecido e pode marcar o regresso de um clássico da marca.

A2, és tu?

As informações sobre este modelo são muito limitadas. Para já, além de sabermos que será um Audi e totalmente elétrico, pouco mais passa de especulação.

Em declarações à Autocar, Gernot Döllner, CEO da Audi, não confirmou os planos da marca para a nomenclatura dos futuros modelos, mas admitiu que a reutilização de nomes históricos é “plausível”. E, olhando para este protótipo, há um nome que surge logo na cabeça: Audi A2.

Um modelo que, quando chegou ao mercado em 1999, se destacou pelo design, pelo espaço a bordo e pela estrutura integral em alumínio. Ainda assim, apesar de muito avançado para a época, não vendeu o esperado, por dois motivos simples: preço elevado e um estilo demasiado polémico.

É na traseira que esta «mula de testes» mais se aproxima do Audi A2 original, graças à linha de tejadilho descendente e ao spoiler colocado numa posição bem alta.

De perfil, destaca-se o mesmo sistema de abertura de portas que veremos no futuro Audi Q7, que dispensa os puxadores tradicionais em favor de elementos mais pequenos e discretos, na base das janelas.

A dianteira, por outro lado, vai mais ao encontro das propostas recentes da marca alemã, com uma grelha de grandes dimensões (ou Singleframe, na linguagem Audi) e grupos óticos bipartidos, com separação entre os faróis e a assinatura luminosa.

Base é conhecida

Quanto à plataforma, há duas hipóteses em cima da mesa: a plataforma MEB, compatível com baterias de 52 kWh, 59 kWh e 79 kWh e autonomias acima dos 500 km (WLTP), ou a base mais acessível MEB Entry, com tração dianteira, baterias mais pequenas e até 450 km entre carregamentos.

Ainda assim, convém lembrar que estamos perante um protótipo de testes, pelo que nada garante que os elementos visíveis nas imagens sejam os definitivos.

Quanto à chegada ao mercado, ainda não há qualquer informação oficial, mas tudo aponta para 2027.

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