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Aeroportos internacionais de Belém e Macapá da NOA preveem 50,5 mil passageiros no feriado do Dia do Trabalhador

Jovem com mochila e mala colorida no aeroporto, a segurar passaporte e bilhete, com avião e painel de voos ao fundo.

Previsão global para o feriado de 1 a 4 de maio

Os aeroportos internacionais de Belém (PA) e de Macapá (AP), sob gestão da Norte da Amazónia Airports (NOA), estimam acolher cerca de 50,5 mil passageiros entre 1 e 4 de maio, durante o feriado do Dia do Trabalhador. No total, estão previstas 369 ligações aéreas nestas infraestruturas, que asseguram embarques, desembarques e voos de ligação.

Face ao período homólogo de 2025 - quando passaram 42,9 mil passageiros e se realizaram 334 operações - a projecção aponta para uma subida de aproximadamente 18% no número de passageiros e de 10,5% nas descolagens e aterragens.

Belém (Val-de-Cans): movimento esperado

No Aeroporto Júlio Cézar Ribeiro (Val-de-Cans), em Belém, a previsão é de 42,8 mil passageiros distribuídos por 310 voos. Este valor corresponde a um crescimento de 13% no fluxo de passageiros e de 4% nas operações, em comparação com o feriado anterior.

Macapá: Aeroporto Alberto Alcolumbre e aumento de operações

Já no Aeroporto Alberto Alcolumbre, em Macapá, a expectativa ultrapassa os 7,7 mil passageiros em 59 voos. Em termos comparativos, isso representa um aumento de quase 47,5% no número de passageiros e de 64% nas operações relativamente ao mesmo feriado de 2025.

Reforço da malha aérea e investimentos da NOA

A maior procura é atribuída ao reforço da malha aérea, com destaque para a nova rota diária da GOL entre Macapá e o Rio de Janeiro, com escala em Belém, bem como para o aumento das frequências semanais da LATAM na ligação Belém–Macapá, que passou de 3 para 8 voos, acrescentando mais de 1.800 lugares por semana.

Marco António Migliorini, director-presidente da NOA, sublinha que os investimentos na expansão da malha aérea e as melhorias na infraestrutura aeroportuária têm ajudado a consolidar a conectividade regional, com benefícios para o desenvolvimento económico e turístico da Amazónia.

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