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Hoje há condicionamentos à circulação nas pontes sobre o Tejo

Camiões parados junto ao rio com polícia e a ponte 25 de Abril ao fundo em Lisboa.

A circulação nas Pontes 25 de Abril e Vasco da Gama decorre hoje com condicionamentos devido às fortes rajadas de vento, com impacto em ambos os sentidos da travessia. As autoridades apelam a prudência redobrada, sobretudo por causa do aumento do risco de instabilidade provocado pelo vento, particularmente em veículos mais expostos.

Pontes 25 de Abril e Vasco da Gama: condicionamentos por fortes rajadas de vento

De acordo com as forças de segurança, não é aconselhável que motociclos e viaturas de caixa alta com lona atravessem as pontes durante este período, dada a maior vulnerabilidade destes veículos às rajadas laterais.

Foi igualmente imposto um limite de velocidade de 60 km/h para todos os veículos, como medida de mitigação de risco e de prevenção de perdas de controlo na travessia.

Restrições a veículos pesados, com e sem lona

A circulação de veículos pesados encontra-se também condicionada. Em concreto:

  • Veículos pesados com lona devem evitar atravessar a ponte, por serem mais suscetíveis à ação do vento.
  • Veículos pesados sem lona podem circular e, em determinadas situações, funcionam como “cobertura” para veículos de menor dimensão, reduzindo parcialmente a exposição ao vento.

No que diz respeito aos motociclistas que chegam à 25 de Abril, a PSP está a procurar reduzir as consequências da instabilidade, solicitando que avancem apenas se estiverem protegidos lateralmente por um pesado de mercadorias, conforme avançou o Observador.

Presença da PSP e recomendações aos condutores

A PSP mantém-se no local para orientar o trânsito e reforçar as recomendações de segurança, tendo em conta o agravamento do risco durante a travessia com rajadas intensas. Para além de respeitar o limite de velocidade de 60 km/h, é aconselhável:

  • aumentar a distância de segurança;
  • evitar mudanças bruscas de faixa;
  • segurar o volante com firmeza, antecipando rajadas laterais, sobretudo nas zonas mais expostas das pontes.

Como alternativa, sempre que possível, poderá ser prudente adiar deslocações não essenciais, acompanhar os avisos meteorológicos e as atualizações das autoridades, e planear percursos com maior proteção ao vento. Para já, não é claro até quando estas restrições se irão manter.

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