Em 1885, Fontes Pereira de Melo, então Ministro das Obras Públicas, inaugurou a Ponte do Vale da Ursa. Passados 140 anos, a Razão Automóvel voltou a cruzá-la - com uma diferença importante: hoje, a ponte está submersa.
A história mudou em 1951. Com a construção da barragem de Castelo de Bode, a estrutura ficou debaixo de água e, nas suas profundezas, esconde um pormenor insólito: existe um automóvel abandonado no tabuleiro da ponte. Já estão a ver para onde isto vai…
Pegámos no telefone, ligámos à Continental e dissemos “isto é material para mais um episódio do Hit the Road”. A resposta foi precisamente aquela que metade da equipa já antecipava.
Continental, nós temos um problema
Consoante a época do ano, o tabuleiro da Ponte do Vale da Ursa pode encontrar-se a mais de 20 metros de profundidade. E aqui surge o primeiro obstáculo: a partir dos 18 metros passa a ser obrigatório um curso adicional de mergulho.
É neste ponto que a logística começa a tornar-se mais desafiante - e ainda vai ficar pior. Na nossa equipa, ninguém tinha essa certificação de mergulho avançado.
Nos minutos iniciais deste episódio do Hit the Road, explicamos de que forma contornámos esta limitação. E como uma sequência de mergulhos nas impressionantes águas de Sesimbra preparou o Diogo para «testar» um carro afundado.
Talvez não seja apenas um problema…
O cenário muda ao longo do ano: o tabuleiro desta ponte, que em tempos unia as margens do Zêzere, pode estar também a mais de 20 metros de profundidade. Somam-se ainda as condições meteorológicas e os sedimentos nas águas da barragem de Castelo de Bode, que podem reduzir drasticamente a visibilidade.
Por sorte, tivemos o apoio dos bombeiros de Cernache do Bonjardim. Foram essenciais no planeamento e na execução do mergulho, partilhando connosco a experiência que têm sobre a ponte submersa e sobre o carro afundado que permanece no tabuleiro.
Como se percebe no vídeo, mergulhar nestas condições está longe de ser tão simples como ganhar um conjunto de pneus.
Como ganhar uns pneus da Continental
A boa notícia é que não precisam de se pôr em risco nem de tirar um curso de mergulho. Na verdade, escolher os pneus certos é exactamente isso: apostar na segurança.
No trajecto até este mergulho, tivemos ocasião de conhecer o UltraContact NXT - o pneu mais sustentável da Continental, com uma quota de até 65% de materiais reciclados, renováveis e certificados.
Estamos a falar de uma gama de última geração da Continental com classificação tripla A em resistência ao rolamento, aderência em pavimento molhado e ruído de rolamento, combinando materiais renováveis e reciclados com segurança e eficiência. Um pneu sustentável sem comprometer o desempenho nem a segurança.
No campo da sustentabilidade, a Continental está a trabalhar para que, já em 2030, todos os seus pneus tenham um quota de 40% de materiais sustentáveis e, até 2050, propõem-se a alcançar a meta de 100%.
E sim: podem ganhar um conjunto completo para o vosso carro. Tal como referimos, é muito simples. Para participar, basta irem ao site da Continental e responderem ao desafio seguinte:
Numa frase criativa, diga-nos por que razão deve ganhar um conjunto de 4 pneus Continental. A frase tem de incluir o nome do modelo do pneu Continental presente no episódio, assim com o nome da barragem visitada pelo Diogo. A sua resposta deverá ter, no máximo, 350 carateres.
Depois, só têm de preencher um formulário e submeter o vosso e-mail para se habilitarem ao prémio. O passatempo decorre de 1 a 15 de janeiro.
O próximo episódio do Hit the Road
A aventura não fica por aqui. Quando deixamos a barragem para trás e voltamos à estrada, as recordações deste mergulho ficam guardadas nas imagens que captámos e na história que contamos.
Portugal continua cheio de coisas por descobrir. Este ano, vamos continuar a somar quilómetros com a Continental. Feliz Ano Novo.
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