O renovado Citroën C5 Aircross já está disponível no mercado português, mas foi nas estradas de Nice, no sul de França, que lhe avaliámos pela primeira vez o «pulso».
Neste primeiro contacto, guiámos o SUV francês na variante mais forte da gama - a híbrida plug-in com 225 cv de potência máxima combinada - e o comportamento do sistema deixou-nos surpreendidos pela forma como trabalha.
Ainda assim, depois desta atualização, a pergunta essencial mantém-se: será que o C5 Aircross continua a ser o rei do conforto no segmento? A resposta está neste vídeo:
Imagem retocada por fora e por dentro
À primeira vista, este Citroën C5 Aircross não parece ter mudado radicalmente com a renovação. Mantém-se fiel ao que já conhecíamos do modelo, embora surja com uma nova «cara».
Desapareceram os faróis bipartidos e, em troca, há uma nova assinatura luminosa, novos apontamentos cromados e uma enorme entrada de ar central.
Atrás, as diferenças passam mais despercebidas e ficam sobretudo no grafismo dos farolins, ainda que o desenho base se tenha mantido.
Já no habitáculo, a evolução é mais evidente: o C5 Aircross passa a contar com um novo tabliê, com um estilo mais alinhado com os recentes C4 e C5 X.
Entre as novidades, destaca-se a nova posição do ecrã tátil do infoentretenimento - que pode ser de 10″ - e o painel de instrumentos digital de 12,3″.
Motorizações para todos os gostos
Mesmo continuando a concentrar grande parte da aposta na versão híbrida plug-in (precisamente a que conduzimos neste primeiro contacto), o Citroën C5 Aircross mantém um trunfo importante: também está disponível com opções a gasóleo e a gasolina.
No capítulo da gasolina, surge o conhecido tricilíndrico 1.2 PureTech com 130 cv, que pode ser combinado com uma caixa manual de seis velocidades ou com a automática de oito relações (EAT8).
No Diesel, a lógica repete-se nas transmissões: o conhecido 1.5 BlueHDI, igualmente com 130 cv de potência, pode ser associado a caixa manual de seis velocidades ou a automática de oito velocidades.
No topo está a versão híbrida plug-in, identificada apenas como Hybrid. Junta o 1.6 PureTech a gasolina com 180 cv a um motor elétrico de 80 kW (109 cv), para uma potência máxima combinada de 225 cv (e 320 Nm de binário). A tração é sempre dianteira e a transmissão é assegurada exclusivamente por uma caixa automática de oito velocidades (ë-EAT8).
A componente elétrica é alimentada por uma bateria de 13,2 kWh, anunciada para uma autonomia em modo elétrico de 55 km (ciclo WLTP).
E níveis de equipamento também…
Para lá das três motorizações, o Citroën C5 Aircross propõe ainda seis níveis de equipamento: Live Pack, Feel, Feel Pack, C-Series, Shine e Shine Pack.
A porta de entrada na gama é o Live Pack, que «oferece» o sistema de infoentretenimento com ecrã tátil de 8″ e o Pack Safety (regulador e limitador de velocidade com Assistente de Manutenção na Faixa de Rodagem e Travagem de Emergência Automática).
No topo, o Shine Pack fecha a oferta do SUV francês e diferencia-se por incluir jantes de 19”, banco do condutor com regulações elétricas, bancos dianteiros aquecidos, Highway Driver Assist (condução semiautónoma nível 2) e o ambiente interior Metropolitan Black (couro preto granulado e tecido com efeito de couro cinzento na parte superior dos bancos).
E os preços?
Em Portugal, os preços do Citroën C5 Aircross renovado começam nos 31 212 euros do 1.2 PureTech com caixa manual e nível Live Pack, e chegam aos 48 397 euros do Hybrid 225 no patamar Shine Pack.
| Motores | LIVE PACK | FEEL | FEEL PACK | C-SERIES | SHINE | SHINE PACK |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1.2 PureTech 130 S&S CVM6 | 31 212 € | 31 962 € | 33 812 € | 34 612 € | 36 252 € | 37 102 € |
| 1.2 PureTech 130 S&S EAT8 | – | 35 542 € | 37 392 € | 38 192 € | 39 872 € | 40 722 € |
| 1.5 BlueHDi 130 S&S CVM6 | 34 907 € | 35 727 € | 37 507 € | 38 307 € | 39 787 € | 40 637 € |
| 1.5 BlueHDi 130 S&S EAT8 | – | 38 682 € | 40 532 € | 41 332 € | 43 012 € | 43 862 € |
| Hybrid 225 S&S EAT8 | – | 43 417 € | 45 567 € | 46 067 € | 47 547 € | 48 397 € |
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