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Se tem carro a gasolina esta semana começa com uma descida ligeira

Jovem a abastecer carro numa bomba de gasolina, segurando um papel enquanto olha para o lado.

Esta segunda-feira, 7 de julho, trouxe um ligeiro alívio para quem conduz veículos a gasolina: o preço da gasolina simples registou uma pequena descida.

De acordo com os dados disponibilizados pela Mais Gasolina, desde sexta‑feira, 4 de julho, o preço médio da gasolina simples caiu 0,012 cêntimos por litro, enquanto o preço do gasóleo simples não sofreu alterações.

Com base nessa atualização, o preço médio da gasolina simples passou para 1,677 €/l e o do gasóleo simples manteve-se nos 1,57 €/l.

Evolução do preço dos combustíveis: gasolina simples e gasóleo simples nas principais gasolineiras

Entre as maiores redes, BP e Repsol ajustaram em baixa o preço da gasolina simples, com uma redução de 1,5 cêntimos por litro.

Já a Galp aplicou uma descida de 2 cêntimos por litro na gasolina simples e, em sentido inverso, aumentou o preço do gasóleo simples. A BP acompanhou esta subida no gasóleo, com um acréscimo de meio cêntimo por litro.

Como é calculado o preço dos combustíveis (DGEG)

A referência usada para o preço dos combustíveis, como é habitual, tem por base os valores publicados pela Direção‑Geral de Energia e Geologia (DGEG) - neste caso, os correspondentes a sexta‑feira, 4 de julho.

Importa ainda sublinhar que os valores divulgados pela DGEG já contemplam os descontos praticados pelas gasolineiras e as medidas do Governo atualmente em vigor. Ainda assim, tratam-se de médias indicativas, pelo que podem não coincidir com os preços efetivamente apresentados em cada posto de combustível.

Um ponto relevante para os consumidores é que as diferenças entre postos podem resultar não só da política comercial de cada marca, mas também de fatores locais, como a concorrência na área, custos de operação e campanhas pontuais. Por isso, comparar preços antes de abastecer pode fazer diferença no total gasto ao fim do mês.

Além disso, a evolução semanal tende a refletir oscilações internacionais (como o preço do petróleo e do produto refinado), a taxa de câmbio e a componente fiscal. Mesmo quando a variação é pequena, como neste caso, o impacto acumula-se para quem abastece com frequência ou percorre longas distâncias.

Medidas do governo em vigor

Continuam ativas, desde 2022, as medidas do governo em vigor destinadas a atenuar a subida do preço dos combustíveis, incidindo sobretudo sobre o ISP.

Embora o ISP tenha aumentado três cêntimos por litro este ano, a descida da taxa de carbono acabou por impedir alterações na carga fiscal sobre os combustíveis.

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