Ao contrário do que se antecipava na sexta-feira anterior, o preço da gasolina não desceu e acabou por permanecer sem alterações. Já o gasóleo simples iniciou a semana (1 de setembro) com uma subida ligeira, tal como apontavam as previsões.
À data em que este texto foi publicado, o preço médio do gasóleo simples registava um aumento de 0,005 cêntimos (fonte: Mais Gasolina).
Feitas as contas, o preço médio do gasóleo simples passa para 1,550 €/l, enquanto o da gasolina simples continua nos 1,698 €/l.
Considerando apenas as principais gasolineiras, a BP e a Galp refletiram esta tendência ao agravarem o gasóleo simples em meio cêntimo por litro.
Como é habitual, a referência usada para apurar o preço dos combustíveis assenta nos números divulgados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) - neste caso, os dados reportados a sexta-feira, 29 de agosto.
Importa ainda sublinhar que os valores apresentados pela DGEG já contemplam os descontos praticados pelas gasolineiras e as medidas do Governo atualmente em vigor. Ainda assim, tratam-se de médias indicativas, pelo que os preços efetivos podem não coincidir com os que encontra em cada posto de combustível.
Para quem acompanha estas variações no dia a dia, vale a pena lembrar que o preço final pode oscilar de forma relevante entre regiões, horários e operadores, mesmo quando as médias nacionais se mantêm estáveis. A comparação entre postos próximos pode, por isso, traduzir-se numa diferença visível no custo total de um depósito.
Também é útil ter em conta que alterações aparentemente pequenas (de décimos de cêntimo) podem ganhar impacto ao longo do mês, sobretudo para quem faz muitos quilómetros. Em deslocações regulares, a escolha do posto e o aproveitamento de campanhas e cartões de desconto podem fazer a diferença no orçamento.
Medidas do Governo em vigor (ISP) e impacto no preço dos combustíveis
Mantêm-se ativas, desde 2022, as medidas do Governo destinadas a atenuar a subida do preço dos combustíveis, incidindo sobretudo sobre o ISP.
Apesar de o ISP ter aumentado este ano em três cêntimos por litro, a descida da taxa de carbono evitou alterações na carga fiscal global aplicada aos combustíveis.
Desta forma, a soma dos vários “descontos fiscais” corresponde a menos 17,6 cêntimos por litro no gasóleo e a menos 19,2 cêntimos por litro na gasolina.
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!
Deixar um comentário