Aviação doméstica brasileira com marcas inéditas no arranque de 2026
A aviação doméstica brasileira começou 2026 com resultados sem precedentes, num contexto de retoma da economia e de maior dinamismo do turismo no país.
De acordo com números publicados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), entre janeiro e abril viajaram dentro do Brasil 33.735.228 passageiros. Este volume representa uma subida de 6,5% face ao mesmo intervalo do ano anterior, quando se contabilizaram 31.663.888 passageiros.
A fasquia de 33 milhões de passageiros nos primeiros quatro meses do ano nunca tinha sido ultrapassada desde o início da série histórica, em 2000.
Abril supera a barreira de 8 milhões de passageiros domésticos
Só em abril, foram registados 8.006.624 passageiros em voos domésticos no Brasil, o que, pela primeira vez, colocou o mês acima dos 8 milhões.
Em comparação com abril de 2025, quando se somaram 7.917.698 passageiros, o crescimento foi de 1,1%.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, sublinhou o papel do turismo como um dos motores do crescimento económico e da criação de emprego, destacando o empenho do Governo em acelerar o desenvolvimento do sector.
Movimentação internacional também bate recordes
O tráfego de passageiros internacionais no Brasil também avançou. Em abril de 2026, passaram 2.224.730 passageiros internacionais, mais 4,2% do que em abril de 2025.
No acumulado do primeiro quadrimestre, a movimentação internacional atingiu 10.574.548 passageiros, o que corresponde a um aumento de 11% face aos 9.504.350 registados no mesmo período do ano anterior.
Total de passageiros no primeiro quadrimestre atinge máximo histórico
Ao juntar passageiros domésticos e internacionais, o Brasil alcançou a maior movimentação de sempre no primeiro quadrimestre: 44.309.776 passageiros. Este total traduz um crescimento de 7,6% quando comparado com os 41.168.238 do ano anterior.
Em abril, o volume total (doméstico e internacional) foi de 10.231.354 passageiros, acima dos 10.051.486 contabilizados em abril de 2025, numa variação de 1,7%.
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