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HMS Dragon integra grupo de combate francês no desdobramento Lafayette 2026

Fragata militar no mar com helicóptero a voar perto e jato a sobrevoar em fundo ensolarado.
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O contratorpedeiro HMS Dragon, da Marinha Real Britânica (MRB), passou a integrar o grupo de combate francês no âmbito do desdobramento Lafayette 2026. As acções conjuntas decorrem no Golfo de Áden, com o propósito de reforçar a segurança regional, depois de o navio britânico ter atravessado o Canal de Suez rumo ao Médio Oriente.

Com base operacional na cidade portuária de Portsmouth, a guarnição britânica iniciou a actividade na região de Chipre em março. Pouco depois, o contratorpedeiro HMS Dragon seguiu para leste para dar início às manobras com as forças francesas. Esta cooperação tem como foco a protecção das rotas comerciais associadas ao transporte marítimo internacional.

Integração operacional com o Grupo de ataque de porta-aviões

Protecção do grupo francês no Golfo de Áden

As manobras tácticas colocam o navio britânico a operar em torno do porta-aviões francês FS Charles de Gaulle. O comandante do contratorpedeiro HMS Dragon, Iain Giffin, afirmou que a unidade tem orgulho em trabalhar lado a lado com as forças francesas. O oficial explicou ainda que os navios da classe Tipo 45 foram concebidos especificamente para actuarem em conjunto com navios aeronaval.

O sistema de vigilância de longo alcance do navio britânico permite acompanhar ameaças potenciais a distâncias significativas. Assim, a embarcação consegue emitir avisos antecipados para todos os elementos da frota aliada. De acordo com o comandante, as missões atribuídas ao navio incluem a protecção directa das principais unidades do agrupamento francês.

Capacidades do contratorpedeiro HMS Dragon: Sea Viper e Wildcat

O navio de guerra britânico dispõe de capacidades tecnológicas que incluem o moderno sistema de mísseis Sea Viper. Além disso, a plataforma naval transporta de forma permanente um helicóptero Wildcat do Esquadrão Aéreo Naval 815.

Mísseis Martlet para contrariar drones

A aeronave emprega mísseis Martlet, desenvolvidos para enfrentar ataques de drones aéreos na região.

Testes tecnológicos e contexto estratégico na região

A tripulação efectuou ensaios a sistemas de armas e sensores em infra-estruturas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) na ilha de Creta. Engenheiros da Unidade de Apoio Marítimo C5i (MCSU) verificaram todos os sistemas de transmissão de dados confidenciais. Em simultâneo, equipas especializadas em segurança digital partilharam informação preventiva sobre ameaças cibernéticas locais.

A missão internacional decorre num ambiente geopolítico acompanhado de perto pelas principais potências mundiais. O Estreito de Ormuz é a passagem por onde circula quase vinte por cento do petróleo consumido à escala global. Por esse motivo, a presença naval estrangeira procura assegurar a estabilidade do comércio de energia na área.

Imagens meramente ilustrativas.

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