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Grande Prémio Jornal de Notícias/Leilosoc volta à estrada de 10 a 14 de junho com decisão na Maia

Ciclista de amarelo em corrida numa rua, rodeado por espetadores a acenar bandeiras de Portugal.

Cinco dias de competição e um traçado pensado para que a disputa pela camisola amarela só se resolva no contrarrelógio decisivo, no coração da Maia.

Grande Prémio Jornal de Notícias/Leilosoc de volta ao calendário (10 a 14 de junho)

O Grande Prémio Jornal de Notícias/Leilosoc volta à estrada entre 10 e 14 de junho, recuperando o seu espaço habitual no calendário velocipédico, num período marcado pelas romarias, pelas terras cheias, pelo calor e pelos dias mais longos. Esta edição apresenta-se com um modelo mais curto, mas carregado de emoção e imprevisibilidade, passando por cinco concelhos do Norte do país - Viana do Castelo, Vila Nova de Famalicão, Gondomar, Valongo e Maia - ao longo de 635,6 quilómetros.

Uma corrida popular, ligada ao território

Mais do que apenas uma prova desportiva, o Grande Prémio JN continua a afirmar-se como uma corrida profundamente enraizada no território. O carácter popular e acessível do ciclismo foi, aliás, um dos pontos centrais da apresentação oficial da corrida, realizada esta terça-feira, na Maia.

"O Grande Prémio JN representa aquilo que o jornal é. Somos uma instituição que vive do território, que acompanha as histórias, as aspirações e as comunidades. E o ciclismo tem essa capacidade única de chegar junto das pessoas, de ser visto gratuitamente, de unir quem gosta de sprint, quem gosta da montanha ou simplesmente quem espera a corrida passar na rua", afirmou Rafael Barbosa, diretor do "Jornal de Notícias", destacando a ligação histórica entre a prova e o ADN do JN.

Percurso desenhado para manter a geral em aberto até à Maia

A edição deste ano foi construída para adiar decisões até ao último dia. O percurso junta etapas mais favoráveis aos sprinters, dias de média montanha e, no fecho, um contrarrelógio individual na Maia com peso determinante.

Arranque em Viana do Castelo e passagem pelo Minho

A corrida abre a 10 de junho, em Viana do Castelo, com uma ligação de 149,2 quilómetros pelo Alto Minho, terminando com uma chegada rápida na Praia Norte.

Segue-se a etapa de Famalicão, com 147,5 quilómetros, atravessando concelhos emblemáticos do Minho numa jornada mais exigente, mas ainda assim talhada para os homens velozes.

Gondomar e Valongo endurecem a corrida

É em Gondomar e Valongo que a prova se torna, de facto, mais dura. A terceira etapa, junto ao rio Douro, introduz subidas curtas e inclinadas capazes de começar a criar diferenças entre os candidatos à classificação geral.

Valongo recebe a tirada mais longa desta edição: 171,1 quilómetros de percurso desgastante, que vai testar a consistência coletiva das equipas e a capacidade de proteger e defender os líderes.

Contrarrelógio final no centro urbano da Maia

A decisão fica guardada para o último dia, na Maia, com um contrarrelógio individual de 15,8 quilómetros em pleno centro urbano - distância suficiente para mexer na classificação geral e garantir emoção até ao instante final.

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