A nova geração do Mini Cooper foi finalmente revelada de forma oficial e, atendendo ao contexto atual do mercado, há um pormenor que salta à vista: estas são as variantes com motor a gasolina, depois de as versões elétricas terem sido lançadas primeiro.
Outra mudança relevante está na designação. “Cooper” deixou de identificar um nível de versão e passou a referir-se ao tipo de carroçaria de três portas - à semelhança do que acontece com nomes como “Cabrio” ou “Countryman”.
Design exterior e assinatura luminosa em LED
O conjunto de iluminação em LED estreia uma assinatura visual renovada, marcada por duas barras horizontais na dianteira. Ainda assim, este aspeto não é fixo: pode ser ajustado através de três opções diferentes de personalização.
Na traseira, o traço mantém a inspiração já familiar nas linhas da Union Jack, a bandeira de Inglaterra.
Interior do Mini Cooper: ecrã circular e ambiente a bordo
No habitáculo, além do volante redesenhado, o elemento central é o novo ecrã tátil circular, com 240 mm de diâmetro. A interface foi atualizada e passa a suportar widgets configuráveis.
Na zona superior deste painel OLED surgem também as informações essenciais da instrumentação - como a velocidade, o consumo de combustível e a mudança engrenada. E há ainda espaço para o Spike, um avatar que funciona como assistente virtual para várias funções, acionado por voz com as palavras “Hey Mini”.
Para reforçar o ambiente a bordo, a Mini desenvolveu também um sistema de iluminação em LED com projetores, capazes de apresentar diferentes imagens e padrões, utilizando o tabliê como superfície de projeção.
Três ou quatro cilindros?
Para esta geração do Mini, foram selecionados dois motores a gasolina, ambos em linha, com três ou quatro cilindros. A primeira opção, destinada ao Mini Cooper C, tem 1,5 litros de cilindrada, debita 156 cv de potência máxima e disponibiliza 230 Nm de binário.
No capítulo das prestações, a marca indica 7,7s na aceleração dos 0 aos 100 km/h. Quanto aos consumos médios, o valor mínimo anunciado é de 5,9 l/100 km.
Para quem procura mais «emoção» ao volante, existe a combinação de letras mais conhecida: o Mini Cooper S. Contudo, há aqui uma nuance: como “Cooper” passou a ser o nome do modelo, esta variante é agora identificada apenas pela letra “S”. Nesta proposta, também a gasolina, o motor é um 2,0 l de quatro cilindros, com 204 cv de potência e 300 Nm de binário máximo.
Consoante a configuração escolhida, será possível selecionar entre quatro níveis de equipamento (Essential, Classic, Favoured e JCW). Há ainda múltiplas cores de carroçaria, com possibilidade de contraste através de diferentes tonalidades para o tejadilho. Já o catálogo de jantes inclui opções entre 16″ e 18″.
Quanto custa?
Com as encomendas já abertas, o novo Mini Cooper começa nos 30 750 euros, referente ao Cooper C Essential. No caso do Mini Cooper S, o preço de entrada é de 36 900 euros.
Consulte a tabela de preços completa:
- Mini Cooper C Essential (156 cv) - desde 30 750 euros
- Mini Cooper C Classic (156 cv) - desde 33 180 euros
- Mini Cooper C Favoured (156 cv) - desde 36 607 euros
- Mini Cooper C John Cooper Works (156 cv) - desde 39 847 euros
- Mini Cooper S Essential (204 cv) - desde 36 900 euros
- Mini Cooper S Classic (204 cv) - desde 39 337 euros
- Mini Cooper S Favoured (204 cv) - desde 42 765 euros
- Mini Cooper S John Cooper Works (204 cv) - desde 45 989 euros
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